Começar a trabalhar na intermediação de crédito com método desde o primeiro dia é uma vantagem que poucos aproveitam. A tendência natural é focar a energia nos primeiros clientes e nos primeiros processos, deixando a estrutura operacional para quando houver "mais volume". O problema é que os hábitos de trabalho formam-se cedo, e uma operação construída sem método desde o início tende a crescer com as mesmas fragilidades com que começou, apenas amplificadas.
Definir como os leads vão ser registados, como os processos vão ser organizados, como a documentação vai ser gerida e como os procedimentos de compliance vão ser integrados no trabalho diário antes de o primeiro processo entrar é o que cria uma base mais preparada para crescer.
Um dos erros mais comuns em início de atividade é não registar o lead até haver certeza de que vai avançar. O lead fica no e-mail, na memória ou numa nota, e só é introduzido no sistema quando o processo já está a correr. Com poucos leads, isto funciona, mas com o volume a crescer, a informação dispersa-se, os seguimentos perdem-se e as oportunidades desaparecem sem que ninguém perceba quando.
O hábito correto é o oposto: registar o lead quando chega, independentemente do estado em que se encontra. Mesmo um lead sem viabilidade imediata pode ter valor no futuro: a situação do cliente pode alterar-se, pode surgir uma nova necessidade ou o contacto pode originar outra oportunidade.
No CrediDesk, os leads podem ser registados desde o primeiro contacto, com origem, estado e informação necessária para o seguimento. Os contactos provenientes de canais integrados, como o Site Profissional IC ou o X-IMO, podem entrar diretamente no CRM, reduzindo a introdução manual de informação e mantendo a origem identificada.
A tentação em início de atividade é tratar cada processo como único e construir o fluxo à medida que as situações surgem, mas esta abordagem cria inconsistência, cada processo é gerido de forma diferente, a documentação é pedida em momentos diferentes. Sem um fluxo definido, as etapas podem acontecer em momentos diferentes de processo para processo, dificultando a consistência do acompanhamento.
Definir o fluxo antes de ter processos significa estabelecer antecipadamente quando deve ser prestada a informação obrigatória ao cliente, que documentação é necessária para cada tipo de crédito, em que fase são feitas as consultas aos bancos e como é acompanhado o cliente ao longo do processo. Quando estas decisões estão tomadas e integradas no sistema de trabalho, aplicam-se de forma automática a todos os processos, mas quando dependem da memória de cada momento, variam, e a variação tem custos.
Os deveres associados à atividade de intermediação de crédito existem desde o início da atividade e devem fazer parte do próprio método de trabalho.
Antes da prestação dos serviços de intermediação, existem informações que têm de ser disponibilizadas ao consumidor, e o tratamento de dados pessoais deve ser feito de acordo com a base legal aplicável e com os procedimentos definidos pela empresa.
Quando estas etapas são tratadas fora do fluxo habitual do processo, aumenta a dificuldade em manter registos consistentes e perceber rapidamente o que já foi tratado. Integrá-las no processo ajuda a manter a informação e os respetivos registos associados ao cliente e ao processo de crédito certo.
No CrediDesk, os procedimentos associados ao consentimento e à informação do cliente podem ficar integrados no fluxo do processo, com envio digital e histórico associado, reduzindo a dependência de procedimentos paralelos ao CRM de intermediação de crédito.
Em início de atividade, a gestão documental tende a ser reativa: pede-se o que o banco pede, quando o banco pede. Esta abordagem cria atrasos evitáveis e compromete a qualidade da instrução de cada processo.
A abordagem estruturada é diferente: a checklist de documentos é definida por tipo de crédito e ajustada aos intervenientes de cada processo, e a recolha começa logo após a abertura do processo. O intermediário sabe a qualquer momento o que falta, age antes de o banco perguntar e chega à submissão com a documentação completa.
No CrediDesk, a documentação enviada pelo cliente através da Área de Cliente fica associada ao respetivo processo, reduzindo a dispersão por e-mails. A Inteligência Documental permite ainda apoiar a identificação de documentos e a sugestão de preenchimento de informação, mantendo a validação final com o gestor de crédito.
Qualificar uma oportunidade com base numa simulação inicial ajuda a perceber melhor o enquadramento do cliente antes de avançar para processo. O cliente recebe uma primeira leitura baseada em dados e o gestor consegue decidir com mais contexto os próximos passos.
No CrediDesk, os simuladores cobrem crédito habitação, transferência, consolidado, pessoal, automóvel e leasing, e estão disponíveis dentro do próprio sistema, sem necessidade de recorrer a ferramentas externas. A partir de uma simulação, o lead pode ser criado diretamente, com os dados já introduzidos.
Criar desde o início um canal próprio de captação digital permite complementar referências, contactos presenciais e outras fontes de oportunidades. Um site profissional com formulários de contacto e simuladores de crédito captam leads de forma contínua, com a informação a entrar diretamente no CRM de Intermediação de Crédito, sem introdução manual.
O CrediDesk integra site profissional para intermediários de crédito. Para quem está a iniciar a atividade, ter este canal operacional desde o início significa ter uma fonte de leads ativa enquanto a carteira de referências ainda está a ser construída.
Quando existem poucos processos de crédito, é relativamente fácil perceber de onde chegam as oportunidades, quantas avançam e onde está concentrado o trabalho. À medida que o volume cresce, essa leitura deixa de ser evidente.
Começar a registar a atividade de forma consistente desde o início permite construir histórico e perceber, ao longo do tempo, que canais geram mais oportunidades, como evolui a carteira, em que fases estão os processos e onde existe mais trabalho.
No CrediDesk, as estatísticas permitem acompanhar indicadores associados a leads, processos, gestores, parceiros, balcões e carteira. Para quem começa agora, esta informação cria uma base de comparação que ganha valor à medida que a atividade cresce.
Começar um negócio na intermediação de crédito com leads registados, processos organizados, procedimentos definidos, documentação estruturada, canais de captação ativos e informação de gestão consistente cria desde cedo uma base preparada para suportar o crescimento.
Quando o volume aumenta, não é necessário reconstruir a forma de trabalhar, quando a equipa cresce, já existem critérios comuns, e quando os processos se multiplicam, acompanhar estados, tarefas e informação faz parte do método habitual.
O objetivo não é criar uma estrutura pesada antes de existir volume. É definir desde o início práticas suficientemente simples para funcionar com os primeiros clientes e suficientemente sólidas para continuar a funcionar quando a atividade crescer.
O CrediDesk reúne estas diferentes áreas numa plataforma desenvolvida especificamente para a Intermediação de Crédito, permitindo começar com uma estrutura que pode acompanhar a evolução da atividade.
Conheça o CrediDesk e veja como pode estruturar a sua atividade desde o primeiro processo.